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Projeto Patrimônio Histórico Capivariano

O Solar do Barão de Almeida Lima
O Solar do Barão de Almeida Lima

Os alunos do terceiro ano do ensino fundamental 1 da EAC pesquisaram sobre o Solar e descobriram que sua construção foi começada por iniciativa de um dos principais fundadores de Capivari, Antônio Pires de Almeida Moura.
Os trabalhos começaram em 1842, mas devido as suas responsabilidades com as produções das fazendas, as melhorias estruturais do povoado e a responsabilidade pela edificação da igreja, Antônio Pires foi adiando a conclusão ao longo dos tempos.
A obra seria o seu novo solar, mas devido a sua morte em 1852, a viúva vendeu a construção – na fase de colocação do telhado – ao major Manoel Bernardino de Almeida Lima.
O grande edifício de taipa pilada, de quatro águas, com 12 janelas para a Rua Fernando de Barros e seis para a praça padre Marques, possui também jardim, quintal, porão alto, entrada lateral e ostenta, no portão de entrada, dois leões de terracota, de 1837.
Em 1878, foi o edifício mais importante da cidade: recebeu D. Pedro II e Dona Teresa Cristina, durante a terceira visita deles à Província de São Paulo.
Após o falecimento do barão – possuidor de inúmeras propriedades e sem filhos –, o único herdeiro universal, um sobrinho dele, alugou o prédio de 1910 a 1932 a Luiz Corazza, que transformou o edifício em um hotel chamado “Hotel Corazza”.
Localizada na Rua Tiradentes, 366, Centro de Capivari, a casa foi tombada em 1975.
Descobriram que o Bisavô da professora Cristiane Góes, o senhor Luiz Raimundo de Góes esteve presente na visita de Don Pedro II a Capivari, na época ele tinha 12 anos e mais tarde contou tudo em entrevista a um jornal de grande circulação no país.